quinta-feira, 18 de agosto de 2016

CEARÁ PODE ENFRENTAR O SEXTO ANO DE SECA CONSECUTIVO EM 2017.

Segundo a Funceme há, 55% de chance da quadra chuvosa do ano que vem no Ceará não sofrer influência do La Niña, um dos fatores que influenciam as precipitações no Estado.

Estudos indicam que o fenômeno pode ser neutralizado nos meses de março, abril e maio de 2017, quando normalmente se esperam os maiores volumes de chuvas no Ceará.
Raul Fritz meteorologista da Funceme diz que “Se o fenômeno se dissipar precocemente, que é o que estamos observando, não haverá influência dele no período de maiores chuvas”.
De acordo com ele, o fenômeno deve se estender até meados de março de 2017. No entanto, historicamente, não há registros de que o La Niña traga precipitações durante o segundo semestre nem no período de pré-estação chuvosa (meses de dezembro e janeiro).
A avaliação, porém, não confirma que os meses da quadra invernosa — entre fevereiro a maio — terão chuvas abaixo da média. Para esse prognóstico, deve ser considerado outro sistema meteorológico, a Zona de Convergência Intertropical, que só pode ser analisada a partir de janeiro. O estudo, no entanto, reacende a preocupação de o Estado enfrentar o sexto ano consecutivo de estiagem — seria o período de seca mais longo de que se tem registro no Ceará. A última seca tão prolongada aconteceu entre 1979 e 1983.
Com informações do O Povo Online.


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