quarta-feira, 14 de novembro de 2018

SENADOR SÁ DE LUTO: MORRE RAIMUNDO MAMEDE.



Faleceu por volta do meio dia desta quarta-feira, 14 de novembro de 2018 em Sobral, o político e pecuarista senadorsaense Raimundo Rodrigues Bastos, mais conhecido como Raimundo Mamede. O mesmo tinha 73 anos e havia sofrido um Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico no início do mês, na ocasião havia passado por uma cirurgia e estava na unidade de terapia intensiva da Santa Casa de Misericórdia de Sobral.

O velório está acontecendo na residência da família, localizada no centro da cidade de Senador Sá ao lado do mercado público. O sepultamento será nesta quinta-feira (16) logo após a missa de corpo presente, que acontecerá as 4 horas da tarde na capela cristo ressuscitado.
A família agradece antecipadamente a presença de todos.
Um breve resumo da sua vida pública.
Raimundo Rodrigues Basto, nasceu em 5 de maio de 1945. Ingressou na política na década de 80, em 1982 foi eleito vereador pela primeira vez. Em 1988 foi candidato a vice-prefeito ao lado Rui Aguiar e elegeu a vereadora neste mesmo ano sua esposa Maria Anita Rodrigues Bastos; em 1992, foi candidato vice na chapa encabeçado por Nenen Mesquita. Em 1996 indicou novamente sua esposa e a elegeu; em 2000 foi novamente eleito; assim como se sucedeu em 2004. Em 2008, ficou na 1ª suplência. Em 2012, indica e elege Cristina Rodrigues Bastos, sua filha; em 2016 seu legado político foi transferido para o seu filho Castelo Rodrigues Bastos, atualmente vereador.
Raimundo Mamede foi um grande foi um grande benfeitor do município de Senador Sá, foi fazendo o bem que conquistou o respeito e reconhecimento na política local, motivo pelo qual permaneceu tanto tempo nesse meio e permanece até hoje na pessoa do filho, ao qual herdou nome, prestigio e votos.
Raimundo Mamede foi um dos maiores doadores de terra a cidadão comuns no âmbito deste município na década de 90, o bairro do matadouro por exemplo, tem suas origens nas doações de ‘pedaços de chão” dado em forma de posse a quem não tinha um lar e precisava se instalar na cidade. Além da terra, dava a permissão para trabalhar e extrair a madeira para construção de suas casas em suas propriedades, algo raro na época. Era um dito servidor do povo, ajudando no que podia e como podia sem distinção, hora ou lugar.
Seu Raimundo Mamede, que Deus o receba em seu lar e faça por você o que você fez por muitos, o receba em seu lar e lhe dê um pedaço de chão para o senhor fazer sua morada ao lado dele.


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